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  • Sônia Apolinário

Em filme, Carol Castro 'experimenta' coleira usada por Luma de Oliveira com nome do ex-marido Eike

A icônica imagem de Luma de Oliveira, então senhora Eike Batista, usando uma coleira com o nome do marido, em pleno Sambódromo do Rio, é uma das imagens mais aguardadas do filme "Eike – Tudo ou Nada". O longa estreia dia 22 de setembro nos cinemas do país.



Na telona, Nelson Freitas interpreta Eike e Carol Castro, em participação especial, é Luma (foto: reprodução rede social @desireedovalle). O roteiro é baseado no livro homônimo da jornalista Malu Gaspar. A história percorre um breve, mas intenso período da vida do ex-bilionário Eike Batista, que já foi um dos homens mais admirados do Brasil e o sétimo mais rico do mundo. O ponto de partida se dá no ano de 2006, quando a economia brasileira deslanchava por causa do pré-sal e Eike decidiu criar a petroleira OGX, empresa que o levou a perder a fortuna, o poder e o prestígio.


Dirigido por Andradina Azevedo e Dida Andrade, o filme também conta as participações de Thelmo Fernandes, Marcelo Valle, Bukassa Kabengele, Juliana Alves, Xando Graça, Jonas Bloch e André Mattos.


Vida real



Eike Batista criou diversas empresas como, por exemplo, OGX (petróleo e gás), MPX (geração de energia), LLX (naval), OSX (naval), CCX (mineração), SIX (tecnologia), REX (imóveis) e IMX (esportes). Em outubro de 2013, a OGX deu um calote de US$ 45 milhões de dólares de juros aos credores. Em 2015, a empresa passou a ser investigada pela CPI da Petrobras. Dois anos depois, Eike Batista foi condenado a 30 anos por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.


Ele já foi preso, solto, voltou para a prisão e ficou em prisão domiciliar. Em 2019, foi preso novamente, na Operação da Polícia Federal "Segredo de Midas". A operação levou em conta delações de seis pessoas, sendo uma delas o banqueiro Eduardo Plass, que já foi preso pela Lava Jato. Três dias depois, porém, foi solto por um habeas corpus.


Menos de um mês depois de se livrar da prisão, Eike, em 30 de setembro de 2019, Eike foi condenado a 8 anos e 7 meses de prisão por manipulação do mercado de ações com uso de informação privilegiada para obter vantagem na vendas das ações da OSX na Bolsa de Valores, em 2013. Em 11 de junho de 2020, foi condenado a mais 8 anos de reclusão pela manipulação no mercado de capitais com informações falsas em avisos sobre a OGX.


A dívida de Eike com União, incluindo sua delação premiada que lhe garantirá a liberdade, está avaliada em cerca de R$ 800 milhões.






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