• Sônia Apolinário

Heineken cria no Brasil seu primeiro instituto

O grupo Heineken no Brasil anunciou, nesta quarta-feira (6) o lançamento do seu primeiro Instituto, no mundo. Com um investimento inicial de R$ 10 milhões, terá como foco de suas ações vendedores ambulantes, catadores de materiais recicláveis e jovens em situação de vulnerabilidade.



De acordo com a empresa, as iniciativas e programas sociais do Instituto vão impactar, diretamente, 10 mil pessoas, até 2025. A instituição atuará no desenvolvimento de habilidades sócio-emocionais, empreendedoras, capacitação, geração de emprego e renda e promoção do consumo responsável de álcool, “contribuindo assim para uma melhor perspectiva de futuro para os públicos envolvidos”.


Desde 2019, a companhia conta com o WeLab, programa voltado à promoção do consumo responsável entre jovens de 18 e 24 anos. Consta no comunicado que o Instituto será responsável não só por expandi-lo, mas também por impactar jovens em situações de vulnerabilidade na perspectiva da empregabilidade, por meio de projetos feitos em rede ou ecossistemas. A empresa afirma que, por intermédio do instituto, pretende “contribuir com uma melhor perspectiva de futuro para vendedores ambulantes e catadores de materiais recicláveis”.


A iniciativa faz parte da agenda ESG da companhia. Ano passado, a Heineken anunciou a meta de zerar as emissões de carbono na produção até 2023. A estratégia para isso será maximizar o uso de energias renováveis e eficiência energética nas 14 unidades produtivas e 30 Centros de Distribuição espalhados nacionalmente, além de facilitar o acesso à energia verde para bares e restaurantes. Outra meta é, até 2025, atingir 100% de circularidade das embalagens utilizadas em bares e restaurantes, além de trabalhar em iniciativas para preservar a saúde das bacias hidrográficas e enfatizar o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Para o pilar de Inclusão & Diversidade, a companhia se comprometeu a alcançar 50% dos cargos de liderança ocupados por mulheres até 2026 e 40% dos mesmos ocupados por pessoas negras até 2030.


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