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Brasil terá fazenda-piloto da Heineken com práticas de cultivo de baixo carbono

Por iniciativa do grupo Heineken, o Brasil terá, em 2021, uma fazenda-piloto para produção de insumos dentro de um programa da empresa de práticas de cultivo de baixo carbono. A cervejaria tem como meta reduzir em um quarto a emissões de CO2 em toda a sua cadeia produtiva.


Em comunicado global divulgado hoje, 25 de novembro, a empresa informa que, em 2020, lançou as base do novo “programa de práticas de cultivo de baixo carbono em fazendas-piloto”. A ideia, de acordo com o documento, é criar, nos próximos cinco anos, 500 fazendas-piloto com diferentes cultivos - cevada, milho e cana-de-açúcar, em oito países que já são fornecedores de insumos para o grupo cervejeiro.


As primeiras fazendas a serem implantadas pelo projeto, em 2021, serão no Brasil, França, México e Reino Unido.


Em entrevista ao site francês LesEchos, editada no último dia 19, Géraldine Bernard, responsável pelo desenvolvimento sustentável de matérias-primas agrícolas do grupo Heineken, informou que a agricultura, em particular a produção de cevada, representa 23% das emissões de CO2.


Segundo ela, o plano de desenvolvimento sustentável do grupo prevê a redução dessas emissões até 2030. Para isso, os principais fornecedores serão incentivados a estabelecer programas de teste de redução de carbono por meio de fazendas-piloto, em diferentes países.


O comunicado da Heineken informa que cada fazenda-piloto testará práticas agrícolas regenerativas e de baixo carbono para reduzir suas emissões.


Conheça a íntegra dos planos do grupo relacionada com a redução de emissão de CO2 em "Drop the C: reducing our CO₂ emissions"

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