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Mangueira abre o desfile das Campeãs do Rio no sábado (21)

  • Foto do escritor: Sônia Apolinário
    Sônia Apolinário
  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

A Estação Primeira de Mangueira foi a última a se apresentar no primeiro dos três dias de desfiles. Foto: site Carnavalesco
A Estação Primeira de Mangueira foi a última a se apresentar no primeiro dos três dias de desfiles. Foto: site Carnavalesco

As seis primeiras colocadas na apuração do Grupo Especial das escolas de samba do Rio voltam ao Sambódromo no próximo sábado (21). O desfile começa às 20h com Mangueira, a sexta colocada.


Dessa vez, as agremiações não precisam se preocupar com o tempo de desfile.


Ordem de entrada na avenida:


1 - Mangueira (6º lugar) - enredo: Mestre Sacaca do Encanto Tucuju - O Guardião da Amazônia Negra.


Presta homenagem a um renomado curandeiro, herbanário e articulador cultural do Amapá, símbolo da sabedoria amazônica, cujo legado de conhecimento sobre ervas e cura tradicional. Mestre Sacaca é considerado um "doutor da floresta" .


2 - Imperatriz (5º lugar) - enredo: Camaleônico.


Conta a história do cantor Ney Matogrosso.


3 - Salgueiro (4º lugar) - enredo: A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.


Presta homenagem à carnavalesca Rosa Magalhães, falecida em 2024. O enredo retrata seu universo criativo lúdico, bibliotecas mágicas e muita brasilidade.


4 - Vila Isabel (3º lugar) - enredo: Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África.


Uma homenagem ao multiartista Heitor dos Prazeres. O enredo explora o sonho de um sambista que conecta o Rio de Janeiro à ancestralidade africana, celebrando a cultura afro-brasileira, a "Pequena África" e o terreiro de Tia Ciata.


5 - Beija-Flor (vice-campeã) - enredo: Bembé.


Conta a história do Bembé do Mercado, conhecido como o único candomblé de rua do mundo. É uma celebração religiosa e cultural de matriz africana, realizada desde 1889 no Largo do Mercado em Santo Amaro (BA). Ocorre todo 13 de maio para festejar a abolição da escravatura, unindo xirê (rituais), samba de roda, capoeira e oferendas a Iemanjá e Oxum. O evento reúne mais de 40 terreiros de diferentes nações de Candomblé.


6 - Viradouro (campeã) - enredo: Pra cima, Ciça.


Conta a história do mestre de bateria da própria escola, Mestre Ciça


Embaixadores da Alegria



Antes da Mangueira, uma outra escola de samba se apresenta no sábado, no Sambódromo. Trata-se da Embaixadores da Alegria, formada por pessoas com deficiência. Este ano, a agremiação celebra seus 20 anos com o enredo "20 anos de alegria abrindo alas para a diversidade”, assinado por Pretinho da Serrinha e Fred Camacho.


A escola leva para a avenida, por exemplo, carros alegóricos integralmente acessíveis, intérpretes de Libras “cantando” o samba, rainha de bateria com síndrome de Down e cão-guia em meio às alas.


A bateria é formada por integrantes de dois projetos sociais: Fina Batucada, do Rio de Janeiro, e Viva Batuque, de Niterói.



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