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All Beers Sessions estreia em Curitiba com lançamento da própria cerveja Wood Aged

  • Foto do escritor: Sônia Apolinário
    Sônia Apolinário
  • há 3 horas
  • 4 min de leitura



Cervejas envelhecidas em madeiras diferentes que preservem sabores e aromas das bebidas que constavam nos barris. Assim é o projeto ABS Wood Aged que será lançado na estreia do All Beers Sessions, em Curitiba, neste sábado (15).


Trata-se de uma iniciativa que reúne o próprio All Beers e as cervejarias cariocas Pakas e Indigo.


- O projeto parte de um estilo base, no caso, uma barleywine, que ganhou duas versões. A Take 1 é com madeira Ipê e rum; a Take 2 é com Putumuju e conhaque. Na festa, será servida em chope. Mas logo chegará a pontos de venda do Rio, São Paulo e Curitiba em garrafas de 750 ml. Já estamos elaborando os Takes 3 e 4 para lançar no All Beers Sessions do Rio, em 7 de novembro, com novo estilo base e outras madeiras e bebidas - informou Raphael Rodrigues, criador e organizador do All Beers Sessions.


As Takes, com 10,1% de teor alcoólico, são dois rótulos dentre os que serão oferecidos por 50 cervejarias, em esquema open bar, no evento que será realizado na Fumaçônica Brewhouse, no Centro Cívico.


O ABS Wood Aged não é a única novidade da edição de Curitiba da festa. Pela primeira vez, o All Beers Sessions vai promover um "esquenta" na cidade-sede do evento. Desde quinta-feira (13), quem apresenta o ingresso da festa em uma série de bares da cidade, tem direito a descontos ou a degustar cervejas exclusivas. Dentre as cervejarias do Paraná que participam do evento estão  as curitibanas Joy, Ignorus, Frohenfeld e Bonna Beer, além de Way Beer, de Pinhais.


Às vésperas do evento, Lupulinário conversou com Raphael Rodrigues, que contou sobre as novidades desse festival que existe há dez anos em São e, agora, começa a se espalhar pelo Brasil.


O que o levou para Curitiba neste momento?

Raphael Rodrigues: Não tem uma razão lógica. A gente fica de olho aberto para ver o que está acontecendo na cidade e se tem possibilidade de levar a festa. Mas não basta só querer. A gente tem que ver se a cidade tem estrutura. Curitiba tem um polo cervejeiro surreal, há muito tempo. Mas o cenário de Curitiba, de festas, reparei que não tinha muitos eventos, apesar de um público cervejeiro forte. A gente estava conversando com outras cidades também. Mas com a Fumaçônica foi muito fácil a conversa e para bater o martelo.


Que novos desafios a nova cidade te trouxe?

RR: Fiz durante 10 anos em São Paulo e conhecia tudo. Tanto no Rio quanto em Curibita era novidade, uma interrogação. Quando fomos para o Rio, tivemos que aprender muita coisa. Como no Rio, em Curitiba, as cervejarias estão apoiando muito o evento. Da mesma forma, sentimos que o pessoal estava querendo a festa. Tivemos apoio de muita gente. Então, a festa se sente abraçada. Basicamente, a grande dificuldade estava relacionada com fornecedores, desafios que vamos destravando com a ajuda de todo mundo. Costumo dizer que é o All Beers Sessions é uma festa para e pelo mercado cervejeiro.


Como foi o xadrez da curadoria das cervejas participantes?

RR: O método é o mesmo: 15, do total de 50 cervejarias são locais. É importante fortalecer o local por onde estamos passando. Antes da festa, assim que chegar em Curitiba, vou experimentar algumas cervejarias que não conheço para, quem sabe, incluí-las estar na próxima edição. De uma maneira geral, 98% das cervejarias que participam do All Beers eu já experimentei ou conheço e isso é o primeiro princípio para a marca estar no line-up da festa. Foi difícil escolher 15 do Paraná para estar na festa porque tem muitas marcas boas, no estado. Em 2027 pretendemos voltar para Curibia, outra vez em agosto, para ter rodízio de outras marcas. Da mesma forma, quero levar mais marcas do Paraná para os eventos do Rio e de São Paulo. Como trouxe marcas do Rio para Curitiba como, por exemplo Zuid, Rabugentos e Alpendorf. O line-up da festa é como um quebra-cabeças diversificado, falando de Brasil, mas trazendo o local para a festa, o que é muito importante.


Qual a principal característica da cidade que o evento vai explorar?

RR: Tem uma coisa que eu estava querendo fazer há muito tempo e não tinha dado esse start que é chamar a cidade para junto do evento. Eu achava que poderia fazer mais coisa pela cidade. E vamos começar a fazer isso em Curitiba que é o aquecimento do All Beer Sessions. Vamos juntar parceiros em uma ação com todos que vão participar da festa, dois dias antes da festsa. Basicamente, você apresenta seu ingresso em alguns bares e recebe benefícios como descontos ou a possibilidade de experimentar uma cerveja que não está no tap. Isso é bacana. A cena de Curitiba é forte, com ótimos bares e cervejarias, então, vamos trazer esses bares para participar do All Beers Session por meio desse esquenta. Iisso foi uma contribuição grande da cidade de Critiba para essa edição do evento. Nunca tinha conseguido organizar isso e quero colocar em prática no Rio também. Mas essa não é a única novidade.


Qual a outra?

RR: O projeto ABS Wood Aged será lançado em Curitiba. É uma parceria entre a All Beers e as marcas Pakas e Indigo, do Rio. ood aged pakas e indigo. A ideia é fazer coisas com madeira. O projeto parte de um estilo base, no caso, uma barleywine, que ganhou duas versões. A Take 1 é com madeira Ipê e rum; a Take 2 é com Putumuju e conhaque. Na festa, será servida em chope. Mas logo chegará a pontos de venda do Rio, São Paulo e Curitiba em garrafas de 750 ml. Já estamos elaborando os Takes 3 e 4 para lançar no All Beers Sessions do Rio, em 7 de novembro.


Serviço

All Beers Sessions Curitiba

Data: 15 de agosto, das 12h30 às 17h30

Local: Fumaçônica Brewhouse, Rua Mateus Leme, 2148, Centro Cívico

Ingressos a partir de R$ 280

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