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Livro e debate destrincham os caminhos do franchising no Rio

  • Foto do escritor: Sônia Apolinário
    Sônia Apolinário
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Indicar pistas para quem deseja se aventurar pelo mundo do franchising ou mesmo aprimorar experiências de quem já está no ramo. Esse é o objetivo do livro "ESG nas franquias: casos práticos e premiados" (Editora Senac) que o especialista nesse tipo de negócio, Mauricio Salkini, lança na terça-feira (24), às 18h30, na livraria da Travessa do Barra Shopping, na Barra da Tijuca. no Rio.


Faz parte do evento um bate-papo sobre franchising com os principais representantes do segmento: Clodoaldo Nascimento, presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF); Fabiano Gonçalves, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL) do Rio de Janeiro; Sheila Aquino, da pauta ESG do Sistema Fecomércio RJ; José Pinto Monteiro, do CAMP Mangueira (instituição formadora de jovens aprendizes); Margareth Martins de Araújo, da Universidade Federal Fluminense (UFF); e Rafael Ponzi, presidente do Clube Empreendedor Brasil.


- O evento foi estruturado para aproximar diferentes perspectivas em torno de temas ligados ao varejo, à formação profissional e à responsabilidade socioempresarial, reunindo atores que transitam entre a prática de mercado, a reflexão acadêmica e a atuação social - afirmou Salkini, que desde 2006 tem uma franquia do Rei do Mate, no Centro de Niterói.


O autor também é conselheiro da Câmara de Franquias da FCDL RJ e pesquisador do projeto Pipas UFF, projeto de extensão que forma educadores de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social.


Dentre os casos apresentados no livro estão a qualificação profissional em espaços culturais de franquias como da Kopenhagen (MAC Niterói), Rei do Mate (Museu da Justiça) e Billy The Gril.


Segundo Salkini, o franchising – ao contrário das grandes companhias que usam seu gigantismo para sufocar concorrentes – "é um motor de transformação econômica, social e territorial. Incentivar unidades franqueadas é acelerar a inclusão produtiva, democratizar o empreendedorismo e fomentar redes que operam com agilidade e resiliência, mesmo diante dos cenários mais adversos".


– Uma franquia exige um investimento inicial mais alto, mas o empreendedor se sente mais seguro porque existe todo um sistema lhe dando suporte, então, as chances de sucesso são maiores – afirmou ele que já foi franqueado também do Bob’s (no Rio) e da Kopenhagen (Niterói), mas vendeu os dois por conta dos rumos dos seus negócios.


Salkini informou que existem franquias que exigem investimento inicial de R$ 9 mil. Porém, ele considera que entre R$ 75 mil e R$ 1 milhão são “números mais reais” como ponto de partida para quem quiser empreender com esse modelo de negócio.

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